Câmera Subjetiva - Definição
- A câmera age como se fosse o olho do público, a fim de posicionar o espectador em cena. Por meio da câmera, o público pode ser levado a um museu de arte, onde verá as pinturas em exposição.
- Trenó veloz, um avião teleférico, ou veículo semelhante.
- Pode pular cercas durante a corrida de obstáculos; mergulhar na água, passear tranquilamente pelo parque.
- A câmera age como os olhos do espectador.
- Cada integrante do público tem a impressão de que está dentro da cena.
- Aumenta o interesse e o envolvimento do público.
- Quando antes do plano subjetivo há o close de alguém olhando para fora da tela, o espectador compreenderá que está vendo o que o ator vê na tela.
- O espectador pode experimentar as mesmas sensações porque está vendo a cena através dos olhos do ator em cena.
- Um passeio com a câmera em movimento.
- Poucos problemas de filmagem ocorrem quando se insere um plano subjetivo numa sequência objetiva - quer se mostre, quer não, alguém com quem o público possa se identificar.
- Quando a câmera ocupa o lugar de um ator que deve interagir com outros atores em cena, sempre que olharem nos olhos do ator subjetivo, os demais atores deverão olhar diretamente para a câmera.
- Uma vez que a câmera ocupa o lugar do ator, ela deve comportar-se como o ator, e ver o que enxerga, através de seus olhos, o tempo todo.
- A câmera deve se mover para simular os movimentos do ator conforme ele se locomove.
- O ator (câmera) pode entrar numa sala, olhar a sua volta, sentar, conversar com outro ator, olhar para a própria mão acendendo um cigarro, olhar para baixo e avistar um cinzeiro.
- Uma sequência subjetiva pode ocorrer quando o ator for mentalmente desequilibrado - devido a enfermidades ou ao uso de álcool ou drogas.
- Uma série de imagens relacionadas ou não, nítidas ou distorcidas, podem ser exibidas como planos subjetivos individuais.
- É como um jogo em 1ª pessoa.
- A câmera pode ser derrubada das alturas - num cabo elástico - para simular a perspectiva de alguém caindo. Pode descer a corredeira na proa de um barco.
- Uma sequência de luta poderia funcionar bem, porque, em certo sentido, o público receberia golpes, seria derrubado e olharia para as luzes, etc.
- As alternâncias entre a filmagem objetiva e a subjetiva devem ser feitas com uma boa dose de cuidado.
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